A história do mestre de karatê japonês Taketo Okuda contada pela perspectiva de uma de suas alunas, uma judia brasileira. Um encontro de culturas que coloca em questão o significado da autodefesa e o desejo de libertar-se de um mundo ameaçador.

Um samurai em São Paulo
Um documentário sobre o mestre
de karatê Taketo Okuda

Sobre o filme

Sobre o filme
Foto: Guilherme Ribeiro

Ao longo de cinco décadas, numa pequena academia no bairro de Pinheiros, alguns alunos praticaram karatê com um dos mestres mais importantes do mundo: o japonês Taketo Okuda. Apesar de sua relevância, Okuda preferia o anonimato: era extremamente reservado e por isso permaneceu em boa medida desconhecido. Agora, a trajetória do mestre é revelada pelo documentário Um Samurai em São Paulo.A história de Okuda, de professor de campeões a um mestre em busca da transcendência, é narrada pela perspectiva de Débora Mamber Czeresnia, sua aluna, brasileira e neta de sobreviventes do Holocausto. Esse encontro de dois personagens tão distintos investiga os significados profundos da arte marcial e da autodefesa diante de um mundo ameaçador. “Enquanto o Brasil e o mundo assistem à escalada de discursos agressivos e bélicos, o que Okuda nos traz é um potente grito de kiai de resistência, nos convidando a repensar a necessidade de armar-se contra o outro. Por isso, 'Um Samurai em São Paulo' é um filme extremamente atual”, comenta a diretora.

Taketo Okuda
Foto: Hilton Ribeiro

O japonês Taketo Okuda (1942-2022) foi um dos grandes mestres de karatê dos nossos tempos. Marcado pela infância na Segunda Guerra e treinado na Associação Japonesa de Karatê para ser um guerreiro pronto para matar ou morrer, Okuda foi enviado ao Brasil nos anos 70 para difundir a arte marcial das mãos vazias. Discípulo de Masatoshi Nakayama, responsável pela difusão do karatê Shotokan no Ocidente, Okuda formou uma geração de atletas que marca o desenvolvimento da modalidade no país. Com a morte de seu mestre, nos anos 80, afastou-se das competições esportivas e passou a usar a prática como ferramenta para alcançar a transcendência.

Débora Mamber Czeresnia

Débora Mamber Czeresnia nasceu em 1976 e é paulistana.Escreve roteiros audiovisuais desde de 2015. Graduada em Jornalismo, com pós-graduação em Jornalismo Televisivo na Northwestern University (Chicago, EUA) e na Formação de Escritores do Instituto Vera Cruz, atuou como jornalista por 18 anos em diversos veículos da grande imprensa, tais como Folha de S. Paulo, revistas Veja, Terra, entre outras. Foi correspondente internacional em Washington para a revista Época e o jornal O Correio Braziliense e editora-executiva da revista Poder.

Sobre o Filme
Foto: Guilherme Ribeiro

Sobre o filme

Ao longo de cinco décadas, numa pequena academia no bairro de Pinheiros, alguns alunos praticaram karatê com um dos mestres mais importantes do mundo: o japonês Taketo Okuda. Apesar de sua relevância, Okuda preferia o anonimato: era extremamente reservado e por isso permaneceu em boa medida desconhecido. Agora, a trajetória do mestre é revelada pelo documentário Um Samurai em São Paulo. A história de Okuda, de professor de campeões a um mestre em busca da transcendência, é narrada pela perspectiva de Débora Mamber Czeresnia, sua aluna, brasileira e neta de sobreviventes do Holocausto. Esse encontro de dois personagens tão distintos investiga os significados profundos da arte marcial e da autodefesa diante de um mundo ameaçador. “Enquanto o Brasil e o mundo assistem à escalada de discursos agressivos e bélicos, o que Okuda nos traz é um potente grito de kiai de resistência, nos convidando a repensar a necessidade de armar-se contra o outro. Por isso, 'Um Samurai em São Paulo' é um filme extremamente atual”, comenta a diretora.

Taketo Okuda
Foto: Hilton Ribeiro

Taketo Okuda

O japonês Taketo Okuda (1942-2022) foi um dos grandes mestres de karatê dos nossos tempos. Marcado pela infância na Segunda Guerra e treinado na Associação Japonesa de Karatê para ser um guerreiro pronto para matar ou morrer, Okuda foi enviado ao Brasil nos anos 70 para difundir a arte marcial das mãos vazias. Discípulo de Masatoshi Nakayama, responsável pela difusão do karatê Shotokan no Ocidente, Okuda formou uma geração de atletas que marca o desenvolvimento da modalidade no país. Com a morte de seu mestre, nos anos 80, afastou-se das competições esportivas e passou a usar a prática como ferramenta para alcançar a transcendência.

Débora Mamber Czeresnia

Sobre a Diretora

Débora Mamber Czeresnia nasceu em 1976 e é paulistana. Escreve roteiros audiovisuais desde de 2015. Graduada em Jornalismo, com pós-graduação em Jornalismo Televisivo na Northwestern University (Chicago, EUA) e na Formação de Escritores do Instituto Vera Cruz, atuou como jornalista por 18 anos em diversos veículos da grande imprensa, tais como Folha de S. Paulo, revistas Veja, Terra, entre outras. Foi correspondente internacional em Washington para a revista Época e o jornal O Correio Braziliense e editora-executiva da revista Poder.

Ficha Técnica

dirigido e produzido por Débora Mamber Czeresnia produção executiva LIA NUNES, UPEX roteiro Débora Mamber Czeresnia e DANIELA CAPELATO direção de fotografia GUILHERME RIBEIRO trilha sonora original FELIPE GRYTZ montagem JOAQUIM datasheetRsmall e YURI AMARAL dirigido e produzido por Débora Mamber Czeresnia produção executiva LIA NUNES, UPEX roteiro Débora Mamber Czeresnia e DANIELA CAPELATO direção de fotografia GUILHERME RIBEIRO trilha sonora original FELIPE GRYTZ montagem JOAQUIM CASTRO e YURI AMARAL
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